quarta-feira, 15 de julho de 2015

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ContrapontoPIG: Contraponto 9470 - "Santayana e o STF: precedentes...

ContrapontoPIG: Contraponto 9470 - "Santayana e o STF: precedentes...:  .. 12/10/2012 Santayana e o STF: precedentes perigosos   Do Conversa Afiada - Publicado em 12/10/2012   Maquiavel:“quand...

sábado, 10 de abril de 2010

Discursos de hoje foi o primeiro debate Dilma X Serra. Dilma "nocauteou" Serra.

Um debate virtual ocorreu hoje, através do confronto de dois discursos, dos dois presidenciáveis.

José Serra (PSDB/SP) discursou para elite demo-tucana emplumada, que pegou seus jatinhos e reuniram-se nos salões nobres de tapetes felpudos em Brasília, ao lado de FHC.

Dilma Rousseff (PT), discursou no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, durante o Encontro em Defesa do Trabalho Decente, ao lado do presidente Lula.

José Serra (PSDB/SP) fez um discurso que só empolgou a revista Veja. Nem as Organizações Globo conseguiram se empolgar, de tão insosso e elitista que foi o discurso de Serra. Talvez quebrem a cabeça até de noite, para fazerem uma edição no Jornal Nacional com algum verniz capaz de "popularizar" Serra, ou tratem o assunto como cobrem "celebridades".

Mas o forte foi o confronto do conteúdo dos discursos e da atitude demonstrada.

Enquanto Serra age como um candidato a emprego que quer esconder de seu currículo os fracassos do passado, implorando para enxergarem nele apenas o "potencial para o futuro", Dilma fez questão de ir direta ao ponto, demonstrando seus princípios e compromissos com firmeza, convicção, crença e paixão pelo que fez, pelo que faz e pelo que vai fazer.

Nesse primeiro "debate", Dilma já nocateou Serra.

Confira abaixo o discurso de Dilma:

Companheiros e Companheiras do ABC.

Estou aqui hoje e quero aproveitar este momento para me identificar com maior clareza. Os da oposição precisam dizer quem são. Vocês sabem quem eu sou, e vão saber ainda mais. O que eu fiz, o que planejo fazer e, uma coisa muito importante, o que eu não faço de jeito nenhum. Por isso gostaria de dizer que:

1 Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta. Posso apanhar, sofrer, ser maltratada, mas estou sempre firme com minhas convicções. Em cada época da minha vida, fiz o que fiz por acreditar no que fazia. Só segui o que a minha alma e o meu coração mandavam. Nunca me submeti. Nunca abandonei o barco.

2 Eu não sou de esmorecer. Vocês não me verão entregando os pontos, desistindo, jogando a toalha. Vou lutar até o fim por aquilo em que acredito. Estarei velhinha, ao lado dos meus netos, mas lutando sempre pelos meus princípios. Por um País desenvolvido com oportunidades para todos, com renda e mobilidade social, soberano e democrático;

3 Eu não apelo. Vocês não verão Dilma Rousseff usando métodos desonestos e eticamente condenáveis para ganhar ou vencer. Não me verão usando mercenários para caluniar e difamar adversários. Não me verão fazendo ou permitindo que meus seguidores cometam ataques pessoais a ninguém. Minhas críticas serão duras, mas serão políticas e civilizadas. Mesmo que eu seja alvo de ataques difamantes.

4 Eu não traio o povo brasileiro. Tudo o que eu fiz em política sempre foi em defesa do povo brasileiro. Eu nunca traí os interesses e os direitos do povo. E nunca trairei. Vocês não me verão por aí pedindo que esqueçam o que afirmei ou escrevi. O povo brasleiro é a minha bússola. A eles dedico meu maior esforço. É por eles que qualquer sacrifício vale a pena.

5 Eu não entrego o meu país. Tenham certeza de que nunca, jamais me verão tomando decisões ou assumindo posições que signifiquem a entrega das riquezas nacionais a quem quer que seja. Não vou destruir o estado, diminuindo seu papel a ponto de tornar-se omisso e inexistente. Não permitirei, se tiver forças para isto, que o patrimônio nacional, representado por suas riquezas naturais e suas empresas públicas, seja dilapidado e partido em pedaços . O estado deve estar a serviço do interesse nacional e da emancipação do povo brasileiro.

6 Eu respeito os movimenos sociais. Esteja onde estiver, respeitarei sempre os movimentos sociais, o movimento sindical, as organizações independentes do povo. Farei isso porque entendo que os movimentos sociais são a base de uma sociedade verdadeiramente democrática. Defendo com unhas e dentes a democracia representativa e vejo nela uma das mais importantes conquistas da humanidade. Tendo passado tudo o que passei justamente pela falta de liberdade e por estar lutando pela liberdade, valorizo e defenderei a democracia. Defendo também que democracia é voto, é opinião. Mas democracia é também conquista de direitos e oportunidades. É participação, é distribuição de renda, é divisão de poder. A democracia que desrespeita os movimentos sociais fica comprometida e precisa mudar para não definhar. O que estamos fazendo no governo Lula e continuaremos fazendo é garantir que todos sejam ouvidos.

Democrata que se preza não agride os movimentos sociais. Não trata grevistas como caso de polícia. Não bate em manifestantes que estejam lutando pacificamente pelos seus interesses legítimos.

Companheiras e companheiros,

Aquele país triste, da estagnação e do desemprego, ficou pra trás. O povo brasileiro não quer esse passado de volta.

Acabou o tempo dos exterminadores de emprego, dos exterminadores de futuro. O tempo agora é dos criadores de emprego, dos criadores de futuro.
Porque, hoje, o Brasil é um país que sabe o quer, sabe aonde quer chegar e conhece o caminho. É o caminho que Lula nos mostrou e por ele vamos prosseguir. Avançando.

Com a força do povo e a graça de Deus.



BRASIL UM PAÍS DE TODOS.

Dilma aos trabalhadores: "Eu não fujo da luta... não abandono o barco... não desisto na primeira dificuldade"

10 de abril de 2010

Dilma no ABC no encontro com trabalhadores das Centrais Sindicais:

"Acabou o tempo dos exterminadores do futuro!!"

"Nunca traí e nunca trairei o povo brasileiro!"

"Não fugi nem fujo da luta. Não abandono o barco na primeira, na segunda, na terceira ou em qualquer dificuldade".



Em Entrevista a rádio paulista, Dilma fala das obras do PAC em São Paulo, dos pedágios e prevenção a enchentes

10 de abril de 2010

Dilma Roussef (PT), participou ontem (9) do Programa Eli Correa, na Rádio Capital.

Ela conversou com o homem ‘sorriso do rádio’ e com o filho do radialista: deputado estadual Eli Correa Filho (DEMos!!!!).

Dilma começou sua conversa falando sobre as obras do PAC em São Paulo:

"O Rodoanel é uma obra que foi feita com a participação do governo federal. Na construção do trecho sul do Rodoanel nós colocamos R$1,2 bilhão de recursos do orçamento do governo federal... Outra obra que eu queria chamar a atenção, porque eu acho que também é muito importante, é o corredor Expresso Tiradentes. Nos trechos 1, 2 e 3, nós colocamos em torno de R$74 milhões. Além disso, temos vários gasodutos...

... Nós investimos ... em saneamento e habitação, em Paraisópolis, em Heliópolis... fizemos parceria com o governo do estado para recuperar as lagoas de Billings e Grarapiranga ...

Também fizemos esgotamento sanitário em Campinas, Guarulhos, Santos, Bertioga...
... nas nossas rodovias concedidas em São Paulo, BR-116 - São Paulo-Paraná, BR-381 - São Paulo-Minas Gerais, BR-158 São Paulo-Mato Grosso, tivemos obras significativas... a gente faz um tipo de concessão diferente, em que a tarifa não é alta, porque a gente não tira da obra o dinheiro para fazer a outra obra, porque se fizer isso, fica muito caro para as pessoas pagarem pedágio nas estradas.
... em Julho de 2009 nós selecionamos 41 projetos beneficiando 24 municípios do Estado de São Paulo, entre eles a capital, no que se refere a drenagem, principalmente para evitar os alagamentos ... inclusive colocamos no PAC 2, R$ 11 bilhões para proteção de encostas, alagamentos, contenção de enchentes, e todas essas obras para que a gente não tenha estas catástrofes que o Brasil vem experimentando nos últimos meses.

Sobre o Bolsa-família

"Não concordo de jeito nenhum (que o Bolsa Família seja assistencialista). Porque o Bolsa Família, que beneficia 12 milhôes de famílias, tem por objetivo criar um cordão de proteção. Não se pode esperar que a economia cresça para que depois a pessoa coma. Ela come todos os dias, de manhã, à tarde e à noite ...

...O governo do presidente Lula criou o programa Bolsa Família e demos para as pessoas um cartão, principalmente para as mulheres porque a gente sabe que a mulher pode ter qualquer problema, mas o filho vai estar sempre em primeiro lugar e vai ter acesso primeiro à comida e ao estudo. Tudo que a mulher tiver ela vai dar para o filho".

A pré-candidata do PT disse ainda que o Bolsa Família e as políticas sociais do governo Lula são qualitativamente melhores do que os governos anteriores:

"É uma diferença muito grande, não só de quantidade, mas de qualidade. Os nossos programas têm uma diferença qualitativa de tudo que foi feito no Brasil. Não unificamos o que existia só, nós colocamos muito mais dinheiro. Antes, faziam esses programas com muito pouco recurso e não dava para ninguém. Você não atendia a população que precisava. Uma dona de casa de quatro filhos não conseguia comprar, ou ela comprava comida, ou botijão de gás ou pagava passagem de ônibus".

A ex-ministra da Casa Civil salientou também que no caso do Bolsa Famílias há condicionantes como a exigência de vacinação das crianças e a matrícula na escola dos filhos. "Agora já temos efeitos disso. Mais de 24 milhões de braisleiros saíram da linha de pobreza e passaram a ter acesso ao que eles não tinha. Grande parte dessas pessoas são beneficiários do Bolsa Família", disse.



Dilma recebe apoio do PCdoB e reafirma que oposição age como "lobo em pele de cordeiro"

10 de abril de 2010


Dilma Rousseff recebe apoio do PCdoB e diz que oposição comporta-se como "lobo em pele de cordeiro", ao esconder suas verdadeiras intenções, pois quando estiveram no governo venderam patrimônio público a preço de banana.

O presidente Lula discursou e disse que na campanha aparecerá o preconceito contra mulheres, a ser vencido.



Dilma encontra Ségolène e ouve: "As mulheres podem vencer"

A ex-ministra e pré-candidata Dilma Rousseff e a socialista francesa Ségolène Royal (derrotada por Nicolas Sarkozy em 2007) se encontraram no final da tarde desta sexta-feira, no Hotel Royal Tulip, em Brasília. Com troca de afagos, as duas ressaltaram a importância dos projetos de esquerda para a América Latina e a possibilidade de as mulheres chegarem ao poder, tanto na França como no Brasil. No encontro privado, Ségolène afirmou que "uma campanha eleitoral é sempre difícil, mas a gente há de persistir, porque as mulheres podem vencer".


"Foi um conselho de uma mulher vitoriosa", retribuiu Dilma, diante de jornalistas. Ségolène destacou que as duas se conhecem desde o Fórum Social de Belém e... "Bien sûr", claro, ela apoia a campanha da petista.

Dilma traduziu as declarações da líder socialista. Vencedora nas eleições regionais na França - dura derrota para Sarkozy -, Ségolène destacou o programa presidencial de Dilma: "A eficácia econômica e social vão juntas. E isso está no programa de Dilma. Os valores humanos são superiores aos financeiros". Chamada de "candidata", a ex-ministra retificou: "Pré-candidata...".

Pela manhã, a petista se encontrou com o presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera. "Foi um encontro muito interessante para manter o relacionamento estratégico do Brasil com o Chile e a Unasul. Em 15 de abril, ela deve ter outro encontro diplomático com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma.Terra Magazine

Os amigos do presidente.


DILMA ROUSSEFF.

sábado, 10 de abril de 2010

Dilma pediu minuto de silêncio pelas vítimas das chuvas. Serra fez showmício com celebridades.

Dilma Rousseff (PT), abriu sua fala em evento de centrais sindicais, em São Bernardo pedindo um minuto de silêncio em homenagem às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro.

No evento demo-tucano de lançamento da candidatura de José Serra (PSDB/SP), houve showmício, com show da cantora Elba Ramalho, e com a apresentadora de TV Ana Hickman como mestre de cerimônia.

Tudo bem que a vida tem que continuar, mas não custava nada os demo-tucanos terem um pouco de comedimento e reverência pelas vítimas.


O BRASIL TEM DONO SIM.

sábado, 10 de abril de 2010

Ao lado do PFL/DEM, Serra lança candidatura e diz que "Brasil não tem dono"

Privatizações

No encontro com sindicalistas, Lula falou do slogan tucano, ao afirmar que "esse País pode mais porque nós fizemos com que ele pudesse mais."

"O momento auspicioso foi quando o ex-governador de Minas Aécio Neves falou que é preciso reforçar as privatizações,(clique nas imagens abaixo) disse Lula; "Foi o maior aplauso na festa deles. Eu sinceramente não quero estes aplausos". "Se não fosse o Banco do Brasil, a CEF, o BNDES, nós teríamos sucumbido durante a crise no ano passado".

Dilma referiu-se às privatizações ao afirmar que não deixaria que o "patrimônio nacional seja dilapidado e partido em pedaços." "Não vou destruir o Estado, diminuindo seu papel a ponto de tornar-se omisso e inexistente", disse, voltando a chamar a oposição de "viúvas da estagnação".



"Brasil não tem dono"?

O Brasil tem dono sim; Pertence a todos nós brasileiros que aqui nascemos ou que adotaram como pátria.

Os amigos do presidente.


Isso, nós não queremos de volta...FHC chama aposentados de vagabundos

10-04-2010.



Jornal do Commercio - Recife, 12 de maio de 1998

FHC chama aposentados de vagabundos

RIO - O presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou, ontem, que "pessoas que se aposentam com menos de 50 anos são vagabundos, que se locupletam de um país de pobres e miseráveis". Fernando Henrique defendeu a reforma da Previdência, que recentemente impôs uma derrota ao Governo, na Câmara, pelo voto equivocado do ex-ministro e deputado Antônio Kandir (PSDB-SP). "Quando se perde uma votação, parece que o mundo vem abaixo. Doce ilusão. Basta ter convicção, para entender o processo nacional e saber que o que se perde hoje, se ganha amanhã." Um dos pontos polêmicos da reforma da Previdência é justamente o que define os 65 anos como idade mínima para a aposentadoria.

Fernando Henrique aproveitou a cerimônia de abertura da 10ª edição do Fórum Nacional, no auditório do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para fazer um balanço de seu Governo; rebater as críticas por ter optado pela economia, em detrimento das questões sociais; e apresentar a linha que marcará sua campanha pela reeleição.

NEO-REPUBLICANO - O presidente precisou de quase uma hora para apresentar a tese Uma utopia viável. "O que obviamente é uma contradição em termos, digo de antemão, antes que um cronista venha dizer que estou falando uma bobagem", ressalvou. A expressão, disse Fernando Henrique, foi retirada de livro do inglês Anthony Giddens, que propõe um modelo entre a esquerda e a direita, a chamada "terceira via". No discurso que levou para o BNDES, e acabou não lendo, empolgado com a chance de dar uma aula à platéia, Fernando Henrique classificava esse modelo de "neo-republicanismo", em oposição ao neoliberalismo.

SOCIAL - O discurso foi diferente do que marcou a campanha de 1994, quando a economia, por conta do combate à inflação, era o centro principal da disputa, deixando de lado as questões sociais. "Em primeiro lugar, na minha visão de Estado, vem a democracia; em segundo, a questão social; e, em terceiro, a economia, porque acho que esta deve ser mesmo a ordem das coisas."

"A pobreza e a miséria são hoje a nódoa do Brasil, como foi a escravidão no passado", disse o presidente, parodiando o abolicionista Joaquim Nabuco. "Isso me envergonha." O presidente aproveitou para mostrar que, nas áreas em que o programa Comunidade Solidária, conduzido por sua mulher, Ruth Cardoso, atua, houve redução da taxa de mortalidade infantil.

O presidente também fez uma leitura nova do problema do desemprego. "O nível de emprego no Brasil está crescendo, ao mesmo tempo em que há desemprego, porque a oferta de mão-de-obra vem crescendo. E isso porque estamos sofrendo o efeito do crescimento demográfico de há 20 anos, quando a taxa (de natalidade) se aproximava de 3%. Hoje, está em 1,4%. No Brasil do próximo século, haverá diminuição da oferta de mão-de-obra, se mantivermos e ampliarmos o nível de desenvolvimento. Não há porque ter medo do desemprego", concluiu. Link

Os amigos do presidente.